quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Liderança nos diferentes níveis de ensino fazem dos EUA o "queridinho" dos intercambistas.

Fonte: UOL.


“Os Estados Unidos continuam sendo um dos destinos preferidos pelos estudantes do Brasil, por causa da qualidade e prestígio associados a um diploma americano”, diz Adele Ruppe, conselheira para assuntos de educação e cultura da embaixada dos Estados Unidos.
Os rankings internacionais confirmam esse reconhecimento. Segundo a lista do Times Higher Education Supplement de 2012, 44 das 100 melhores universidades do mundo são estadunidenses e, dentre as dez primeiras, sete estão nos EUA.
Proporção parecida é apontada pelo ranking publicado pelo jornal inglês Financial Times em 2011, que aponta que dez das 20 melhores escolas de MBA (pós-graduação especializada em gestão) do mundo estão no gigante da América do Norte.

"High school": bom e bem mais barato

Voltado para quem tem entre 14 e 18 anos, os programas de "high school" (ensino médio) dos Estados Unidos são os mais antigos do mundo e, em relação ao custo, ainda estão entre as melhores opções.
O estudante pode escolher entre escolas particulares e públicas. As públicas são chamadas de “Public USA”. São escolas mistas (meninos e meninas juntos) que oferecem o curso gratuitamente a estrangeiros e contam com famílias voluntárias para oferecer hospedagem. Esse programa dura no máximo um ano letivo.

Para estudar por mais tempo no país (há a opção de fazer, inclusive, todo o ensino médio nos EUA), o estudante e seus pais terão de escolher uma escola particular, onde poderão morar com famílias ou na própria residência da escola, as chamadas "boarding schools". A vantagem dessas escolas é que enfatizam mais a área acadêmica e a preparação para o ingresso nas melhores escolas do mundo.
Em ambos os casos, o planejamento deve começar com pelo menos um ano de antecedência, já que as vagas para estudantes internacionais são limitadas.
O primeiro semestre começa em agosto e o segundo, em janeiro. Durante o ano, além das férias de verão, que vão de junho a setembro, há dois intervalos de duas semanas: um na semana das festas de fim de ano e outro em março -chamado de "spring break" (intervalo da primavera, em tradução livre).
O investimento é muito mais baixo do que em outros destinos, como o Canadá, por exemplo. O custo anual de um curso de "high school" nos Estados Unidos, segundo valores de 2012, parte de US$ 8.500*, metade do mesmo tipo de curso no Canadá, que parte de US$ 17 mil*.

Custos e bolsas

Sem subsídio governamental, custa caro fazer graduação ou pós-graduação nos Estados Unidos. Estudantes devem dispor de pelo menos US$ 40 mil* anuais para fazer uma graduação e de pelo menos US$ 70 mil* para cursar pós. A estimativa inclui, além do curso, custos com hospedagem, alimentação e transporte.
Para a pós-graduação, a opção é procurar universidades que oferecem opções de financiamento. Há instituições que parcelam o curso em até 25 anos, mesmo para estrangeiros, como a Chicago GSB, Columbia Business School, Stanford GSB e a Harvard Business School, que estão entre as 20 melhores do mundo.
O governo americano tem um programa chamado "Universidades Acadêmicas", para estudantes que não têm condições financeiras, sejam bons academicamente e tenham capacidade de liderança.
Para saber mais sobre esses programas, procure um dos escritórios da EducationUSA, organização que fornece informações sobre todas as instituições de graduação e pós reconhecidas nos EUA.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

FORMAÇÃO CONTINUADA - 21/08

                                            FORMAÇÃO EM TECNOLOGIA PARA FUNCIONÁRIOS 

 PCNP TECNOLOGIA:  MARCIA E WAGNER


ATPC de Escolas Prioritárias - 13/08

PCNP LUCIANA, KAREN, EDIMILSON, RODRIGO, LUISE E WAGNER









Campeonato de Xadrez


                                                     Campeonato de xadrez 17/08
















Confira quais os melhores períodos do ano para fazer seu intercâmbio.

Fonte: UOL.

Escolher a hora certa de embarcar em uma viagem de intercâmbio pode representar economia e melhor adaptação. Chegar ao destino no verão, quando começam os anos letivos, é uma dica para quem quer criar laços sociais, já que o clima favorece o convívio.


Já quem quer economizar deve fugir do verão e da alta temporada, quando preços de passagem e estadia costumam subir.
Para cada tipo de curso, idioma, “high school”, graduação ou pós-graduação, existe um momento mais apropriado para viajar. Confira as recomendações de especialistas.

Idiomas

Os cursos de línguas são destinados a interessados a partir de 16 anos, ocorrem ao longo de todo o ano e têm início às segundas. Os valores não mudam de acordo com a data de embarque, e a estadia também costuma ser tabelada, no entanto, as passagens ficam mais caras na alta temporada.
“O mais indicado é evitar os períodos de férias de janeiro e julho”, afirma Fernanda Zocchio Semeoni, diretora de operações da Experimento. Nessas datas, há maior dificuldade em se conseguir vagas em alojamentos nas escolas.


Nos meses de agosto e setembro, as escolas de idiomas costumam fazer a atualização de preços, assim, um pacote comprado em meses anteriores mesmo que para viagens após a mudança de preços representa uma economia.

Trabalho mais estudos

Aliar estudos e trabalho pode ser uma forma de viabilizar o intercâmbio. Além do estudante entrar em contato direto com a cultura local, exercita a fluência no idioma em situações reais. Existem diversas opções para este tipo de experiência e a maioria pode ser realizada em qualquer data do ano e durante períodos variados, que vão de um mês a dois anos. Há programas de trainee, trabalho comum e voluntariado.
Programas envolvendo trabalho regular são mais comuns nos EUA e restringem-se ao período de férias das universidades, entre novembro e dezembro e entre janeiro, fevereiro e março. Neste caso, o visto requerido é o de trabalho.

Adolescentes

O intercâmbio em “high school” (equivalente ao ensino médio brasileiro) é destinado a alunos do ensino médio, com idades entre 14 e 18 anos. Os embarques ocorrem na véspera do retorno às aulas, em janeiro, julho ou agosto.
A experiência dura de cinco a seis meses, podendo ser prorrogada por mais um semestre.
Geralmente os estudantes que vão para o hemisfério norte embarcam no meio do ano, quando começa o ano letivo. Já para países do hemisfério sul o embarque costuma ser no início do ano.
Uma das vantagens é a adaptação quanto ao clima, pois o verão costuma ter temperaturas mais amenas para os brasileiros. “Como ainda é verão existe a possibilidade de realizarem mais atividades ao ar livre”, adiciona Felipe Jendiroba, diretor da agência de intercâmbio Intercultural.
Os preços de cursos não variam de acordo com o semestre.
O ideal é começar a preparação para a viagem pelo menos seis meses antes. A burocracia é extensa. Nesta fase, o interessado terá que definir o destino, a cidade (se tiver esta opção), realizar um exame de proficiência na língua do país, tirar visto de estudante, tomar as vacinas requeridas, definir um plano se saúde internacional, comprar as passagens, definir a casa de família em que vai se hospedar, pesquisar sobre a cultura do país e iniciar o pagamento do programa.

Graduação

Realizar um curso de graduação ou de pós-graduação no exterior não é simples nem barato. Dependendo do país, mesmo com recursos financeiros, o aluno tem que passar por provas que avaliam suas qualificações acadêmicas.
A aceitação ocorre mediante prova de proficiência na língua do país, provas específicas na área de estudo, cartas de recomendação de professores e documentações de todo o histórico acadêmico (que geralmente têm que passar por tradução juramentada).
Para o hemisfério norte, o período de inscrições e provas (application) tanto para graduação como pós é entre novembro e dezembro. O candidato geralmente fica sabendo da aprovação ou não entre fevereiro e abril. O ano letivo começa entre agosto e setembro.
Para o hemisfério sul, algumas universidades iniciam as inscrições em julho e realizam provas entre agosto e setembro, mas há casos de inscrições mais tarde, em outubro, por exemplo. Nesses casos, a prova geralmente ocorre em novembro. .
Independentemente do país, é importante que o aluno inicie o processo de inscrição ao menos seis meses antes. A documentação é normalmente extensa e exige bastante do intercambista. Em geral, o visto requerido é o de estudante.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Educação divulga o resultado do processo de seleção de livros do Leituras na Escola

Fonte: Secretaria da Educação.


Já está disponível para consulta a relação de títulos de ficção e não ficção inscritos em chamada pública e selecionados e avaliados pela Coordenadoria de Gestão da Educação Básica (CGEB) para comporem o currículo escolar do Ensino Fundamental – séries finais (6º ao 9º ano) e Médio.
Ao todo, participaram do processo de seleção 7802 obras, de 359 fornecedores. Destas, foram selecionadas e analisadas 2.409. Após a análise pedagógica, foram escolhidos 42 títulos para o programa Apoio ao Saber, 50 para o programa Leituras do Professor e 358 para o Acervo Sala de Leitura.

Programa Apoio ao Saber por série/ano 2012

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Rubens Ewald Filho fala sobre espaço dedicado ao cinema na Bienal do Livro.

Fonte: Secretaria da Educação.


Cinema, literatura e dramaturgia são alguns dos enfoques do espaço “Telas & Palcos”, idealizado pelo crítico de cinema Rubens Ewald Filho para a 22ª Bienal Internacional do Livro, que segue até o próximo domingo (19).
A programação do segmento é extensa e bastante variada durante os dez dias de evento, garante Filho. Na lista de atrações estão os bate-papos sobre os homenageados desta edição da Bienal, a Semana de Arte de 22 e Jorge Amado. “Nós teremos a Maria Adelaide Amaral, falando sobre a minissérie Um só Coração, que trata da Semana de Arte de 22, além de Walcyr Carrasco, que falará da novela Gabriela, uma obra de Jorge Amado”, comenta.


12º ENCONTRO DE PCs EF ANOS FINAIS E ENSINO MÉDIO

SUPERVISORA LILIANA

PCNP ANA PAULA, LUDIMILA E KAREN







POLO - ANOS INICIAIS


EE JOSÉ CARLOS DIAS

PCNP EDNA e LURDES