terça-feira, 28 de agosto de 2012

REUNIÃO: DEMANDA - DIRETORES -28/08

REUNIÃO: DEMANDA  - DIRETORES

DIRIGENTE: MARIA DE FÁTIMA LOPES






ESCOLAS PRIORITÁRIAS - 28/08

VISITA A ESCOLA PROFESSORA DULCE FERREIA BOARIN

PCNPs: KAREN, LUCIANA, RODRIGO E WAGNER

 

RECUPERAÇÃO INTENSIVA - 28/08

RECUPERAÇÃO INTENSIVA

PCNP DE LÍNGIA PORTUGUESA ROSE





Valor de bolsas de pós-graduação cai 55% em 18 anos.

Fonte: UOL.


São Paulo - Um pesquisador brasileiro de mestrado e doutorado recebe hoje uma bolsa que não chega nem à metade, em valores corrigidos, dos montantes pagos em 1994, ano em que o Plano Real foi lançado. Em valores nominais, os benefícios dos pesquisadores até que tiveram aumento, mas a diferença vem à tona quando a inflação do período é descontada.
O cálculo foi realizado pela Associação de Pós-graduandos de Engenharia Elétrica da Universidade de Campinas (Unicamp), a Apogeeu. Pelos gráficos criados pela associação, as bolsas de doutorado em 1994, por exemplo, tinham um valor equivalente a R$ 4.400. No mestrado, esse valor seria de R$ 2.900. Hoje, as bolsas de mestrado e doutorado dos órgãos federais de fomento estão fixadas bem abaixo disso: em R$ 1.350 e R$ 2.000, respectivamente. A diferença é de cerca de 55%
Para que as bolsas não sofressem os efeitos da inflação, seria necessário que os reajustes ao longo do período fossem cerca de 60% maiores do que tiveram. O reajuste dessas bolsas nunca foi sistemático. Entre 1994 e 2003, os valores ficaram estagnados. Aumentos foram registrados em 2004, 2006 e 2008. Após quatro anos congeladas, as bolsas receberam um novo reajuste neste meio de ano.
O Brasil formou 47 mil mestres e doutores em 2009, totalizando 176 mil titulados no País. Isso corresponde a 0,07% da população brasileira. Para alcançar as proporções dos países desenvolvidos seria necessário, no mínimo, multiplicar esse número por cinco, segundo a própria Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

PROGRAMA ESCOLA DA FAMÍLIA 2012.


Especialista dá dicas a professores de alunos com deficiência múltipla ou surdocegueira.

Fonte: Secretaria da Educação.

Shirley Maia, diretora da Associação Educacional para Múltipla Deficiência (Ahimsa), esteve no primeiro encontro do Fórum Regional de Surdocegueira e Deficiência Múltipla, no dia 23.

 Como educar uma criança ou adolescente surdocego ou com deficiência múltipla? Essa dúvida esteve presente no I Fórum Regional de Surdocegueira e Deficiência Múltipla, realizado pelo Núcleo de Apoio Pedagógico Especializado e que percorrerá dez regiões do Estado até dia 25 de outubro.
Essas e outras dúvidas dos educadores foram respondidas por especialistas e por pessoas que convivem com essas deficiências. Entre elas, está a pedagoga e diretora da Associação Educacional para Múltipla Deficiência (Ahimsa), Shirley Maia. Durante sua apresentação, Shirley falou sobre as necessidades educacionais desses estudantes e deu dicas sobre como lidar com essas questões. Confira algumas delas: 
Experimentação
A pedagoga explica que é necessário incentivar a autonomia desses alunos. Uma forma de fazer isso é permitir que eles experimentem mais durante as atividades. “O professor não deve entregar nada pronto para esse aluno. Eles precisam experimentar e fazer as tarefas sozinhos, pois é dessa forma que eles irão aprender”, afirma.
Percepção do aluno
Um dos pontos destacados por Shirley é a necessidade de respeitar o tempo de aprendizagem de cada criança. De acordo com ela, a forma como esses alunos respondem às atividades pode variar muito de caso para caso. “É preciso respeitar a individualidade e dar o tempo necessário para que cada criança aprenda”, explica.
Aproximação
A especialista afirma que existem formas para permitir que os alunos surdocegos ou com deficiências múltiplas conheçam a pessoa que se aproxima. A dica é não ser invasiva e usar suas características para facilitar o reconhecimento. “No meu caso, por exemplo, eu sempre utilizo o mesmo perfume, que passo nos pulsos, e já se tornou marcante para eles”, conta.
Ainda segundo a pedagoga, é necessário que o professor que trabalha com esses alunos tenha facilidade para a aproximação tátil.
Formas diferentes de aprender
Shirley explica que, para os alunos surdocegos ou com deficiências múltiplas, existem formas diferentes de aprender e de se comunicar. “Eles irão aprendem muito com o tato, com o olfato e, para aqueles que ainda têm um pouco da visão, com o resíduo visual”. De acordo com a especialista, o professor deve observar qual o meio de comunicação ao qual a criança se adapta melhor para utilizá-lo em seu aprendizado.
Trabalho com a família
O contato entre professor e família é fundamental, ressalta Shirley. O trabalho conjunto pode auxiliar o aprendizado da criança e, também, pode orientar os pais no contato com seus filhos.




Ensino Médio paulista supera em 2011 meta do Ideb para 2013.

Fonte: Secretaria da Educação.


Rede estadual de São Paulo ultrapassa todas as metas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica pela terceira vez consecutiva
Médias de matemática e língua portuguesa cresceram em todos os níveis do sistema de ensino do Estado
A rede de ensino estadual paulista ultrapassou mais uma vez todas as metas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) estabelecidas pelo Ministério da Educação (MEC).
Os dados referentes à avaliação realizada em 2011, divulgados na tarde desta terça-feira, 14 de agosto, apontam que o Ensino Médio atingiu o indicador projetado para ser alcançado em dois anos. O índice obtido foi de 3,9, ante a meta de 3,6.
Para os anos iniciais do Ensino Fundamental, o Ideb foi de 5,4, enquanto a meta era de 5,3. No ciclo II do Ensino Fundamental, o indicador atingido foi 4,3, sendo que a projeção era de 4,2.
Em comparação com as redes estaduais do país, o Estado de São Paulo supera o indicador em todos os níveis de ensino. A média nacional foi de 5,1 no Ensino Fundamental ciclo I, de 3,9 no Ensino Fundamental ciclo II e de 3,4 no Ensino Médio.
“Esses dados mostram que o Estado de São Paulo está no caminho certo, a começar pela manutenção dos programas de governo para a rede estadual de ensino, como a unificação do currículo, a produção de material pedagógico e a avaliação de rendimento do aprendizado dos alunos", afirmou o professor Herman Voorwald, secretário da Educação.
"Desde o início da gestão do governador Geraldo Alckmin, criamos iniciativas, amplamente debatidas com o magistério, como a implantação de novas modalidades de recuperação do aprendizado, a reorganização da grade curricular, a política salarial definida para todo o quadriênio de 2011 a 2014, e a ampliação do quadro de professores, com a nomeação de mais de 23 mil novos docentes e a recente convocação de mais 10,8 mil concursados para o curso de formação específica”, acrescenta Herman.
O secretário da Educação destacou também que São Paulo, que foi um dos poucos Estados em que as metas para o Ensino Médio foram superadas, já começou a pôr em prática as ações destacadas pelo MEC como necessárias, como o fortalecimento do ensino de tempo integral e integração com o ensino técnico.
O Ideb reúne em um só indicador dois conceitos: fluxo escolar e médias de desempenho nas avaliações, obtidas pelos estudantes ao final das etapas do ensino. A nota obtida pelas unidades estaduais na Prova Brasil aumentou quando comparada ao resultado de 2009. No Ensino Médio, as médias de língua portuguesa passaram de 268,69 para 272,56 em 2011. Em matemática a nota subiu de 270,66 para 274,19. Nos anos iniciais do Ensino Fundamental, de 189,35 para 191,77 em língua portuguesa, e de 212,90 para 213,20 em matemática. No ciclo II do Ensino Fundamental, em língua portuguesa a pontuação foi de 240,27 para 240,88, e em matemática de 242,75 para 244,33.
A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo tem a maior rede de ensino do país. São 5,3 mil escolas, com cerca de 228 mil professores, que atendem a 4,3 milhões de estudantes diariamente.

Veja as datas de inscrições para remoção de Quadro de Apoio e Suporte Pedagógico.

Fonte: Secretaria da Educação.


Abertura de cadastro está prevista para outubro. Informações foram publicadas no dia 24 de agosto de 2012, no Diário Oficial.
Agentes de organização, agentes de serviços, secretários de escola e assistentes de administração escolar que desejam mudar de local de trabalho poderão participar do Concurso de Remoção para o Quadro de Apoio Escolar. As inscrições para o processo devem acontecer entre os dias 8 e 15 de outubro.
Para o mesmo período, também está prevista a abertura de inscrições para o Concurso de Remoção para a Classe de Suporte Pedagógico. Nos dois casos, a definição de vagas levará em conta o levantamento realizado no dia 9 de setembro.
No período estabelecido, o cadastro deverá ser realizado pelo GDAE.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

FORMAÇÃO EM SERVIÇO

FORMAÇÃO EM SERVIÇO- 24/08


PCNP TECNOLOGIA MARCIA E WAGNER




RECUPERAÇÃO INTENSIVA

RECUPERAÇÃO INTENSIVA - MATEMÁTICA -23/08

PCNP EDIMILSON E LUDIMILA