segunda-feira, 20 de junho de 2011

Prova Brasil

Qualidade da educação básica será avaliada em novembro
Fonte: Assessoria de Imprensa Inep/MEC
Entre os dias 7 e 18 de novembro, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) aplicará as provas do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e da Prova Brasil. As avaliações vão aferir o conhecimento de estudantes brasileiros em matemática, com foco em resolução de problemas, e língua portuguesa, com ênfase em leitura. Portaria publicada nesta sexta-feira, 17, define a forma de aplicação dessas provas.

Participarão da Prova Brasil todas as escolas com 20 ou mais estudantes matriculados no quinto ano (quarta série) e no nono ano (oitava série) do ensino fundamental regular da rede pública, localizadas nas zonas urbana e rural. As escolas com esse perfil serão identificadas na base de dados do censo escolar, que considerará as informações prestadas até o dia 14 de agosto de 2011.

Já para a amostra do Saeb serão avaliadas as escolas que tenham de dez a 19 alunos matriculados no quinto ano (quarta série) e no nono ano (oitava série) do ensino fundamental regular público, e os estabelecimentos de ensino com dez ou mais estudantes no quinto ano (quarta série) e no nono ano (oitava série) do ensino fundamental regular da rede privada. As escolas com dez ou mais estudantes na terceira série do ensino médio regular das redes pública e privada também participarão da amostra.

Os resultados obtidos nas avaliações serão usados no cálculo das médias do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de cada unidade escolar pública, município, unidade da federação e país.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

REDE DO SABER

DATA: 17/06/2011
Supervisora Responsável: Profª Junia
Curso: Programa de Atualização Profissional
Segmento: Agente de Organização Escolar


Funcionárias de escola são condenadas por agredir crianças no RS

FONTE: FELIPE BÄCHTOLD-FOLHA - DE PORTO ALEGRE

Três funcionárias e a diretora de uma escola municipal no Rio Grande do Sul foram condenadas à perda de funções públicas e ao pagamento de multa por agressões a crianças de idades entre dois e quatro anos.
Os maus-tratos, que incluíam xingamentos e humilhações, segundo a acusação, ocorreram em 2005 em Panambi, cidade de 38 mil habitantes a 380 km de Porto Alegre.
Duas funcionárias continuam trabalhando para o município, segundo a prefeitura. A diretora e outra acusada pediram desligamento.
De acordo com a denúncia do Ministério Público, as três funcionárias agrediam as crianças com "sopapos" e puxões de cabelo como forma de castigo.
A Promotoria afirma ainda que os castigos incluíam tirar as roupas dos meninos e até deixá-los trancados em uma sala escura. Na denúncia, aponta também que as funcionárias se fantasiavam para ameaçar crianças que não obedecessem às ordens delas.
A diretora sabia da situação, mas se omitiu sobre o caso, dizem os promotores.
Pela sentença, as quatro foram condenadas também à suspensão de direitos políticos por cinco anos e da possibilidade de receber incentivos fiscais.
O prefeito de Panambi, Miguel Schmitt-Prym (PP), diz que não pode exonerar as servidoras antes de o caso ser julgado em última instância, o que ainda não aconteceu.
A defesa afirma que as quatro são vítimas de armação por parte de uma outra funcionária da escola e que as mães foram induzidas a denunciar agressões. Afirma ainda que cerca de 30 pessoas prestaram depoimentos favoráveis às acusadas durante o processo

Dicionário francês inclui "caipirinha" como verbete

FONTE: UOL - Da Redação - Em São Paulo

O dicionário francês “Le Petit Larousse” decidiu incluir em seus verbetes a partir de 2012 a palavra “caipirinha”. A informação é da revista francesa “L’Express”.
Em francês, caipirinha se escreve “caïpirinha”. A bebida brasileira virá acompanhada de outros novos verbetes gourmets, como “chorba” (sopa servida durante as noites do mês do Ramadã), “malossol” (uma espécie de caviar russo) e “gravlax” (um salmão escandinavo curado).
Dicionários franceses incluem "caipirinha" e outros alimentos como verbetes
Outro dicionário francês, o “Robert”, já anunciou que vai incluir no próximo ano as palavras “stevia” (que uma planta com propriedades adoçantes que se tornou o “rival” do aspartame) e “matcha” (um chá verde japonês em pó).

Violência prejudica rendimento escolar, diz estudo da USP

Fonte: Sandra O. Monteiro-Da Agência USP de Notícias -São Paulo

O abandono da escola aumenta a violência, bem como a violência na escola gera baixa no rendimento escolar. Estas conexões foram confirmadas pelo economista Evandro Camargos Teixeira em sua tese de doutorado apresentada no Departamento de Economia, Administração e Sociologia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba. O estudo foi realizado por meio de  modelos econométricos, um conjunto de ferramentas e dados estatísticos que possibilitou analisar o vínculo entre educação e criminalidade.
O objetivo da pesquisa foi analisar a relação intrínseca entre criminalidade e educação de duas formas distintas: o impacto da educação defasada ou o abandono escolar sobre a criminalidade do ano posterior ao abandono, em todos os Estados brasileiros, no período 2001 a 2005; e também o efeito da violência sobre o desempenho escolar dos alunos do Estado de São Paulo em 2007.
A relação de todos os dados foi estabelecida em um banco de dados. A conclusão após o cálculo matemático no modelo econométrico foi de que a criminalidade aumentou em 51% em todos os Estados brasileiros, conjuntamente analisados, no período de 2001 a 2005, devido à evasão escolar.
“Não se pode afirmar que todos os alunos se transformem em bandidos. Aliás, este não foi o foco do estudo”, afirma Teixeira. Segundo o pesquisador, quem deixa a escola tem tanto a possibilidade de virar membro de uma gangue, quanto de simplesmente estar excluído do mercado de trabalho formal. “O modelo apenas associou e assinalou a proporção direta de crescimento entre abandono defasado ou evasão escolar e taxas de homicídio, quando a evasão aumenta, os homicídios também crescem”.

Precisão....estatística

Para o estudo, foram captados dados sobre a taxa de evasão escolar no Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP). Estatísticas referentes às taxas de homicídios foram obtidas junto ao Banco de Dados do Sistema Único de Saúde (DATASUS) para a análise da criminalidade. Já as informações socioeconômicas sobre desemprego na faixa etária de 15 a 24 anos, taxa de mortalidade infantil e desigualdade de renda vieram do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).E os gastos com segurança pública foram obtidos no Tesouro Nacional.
O pesquisador explica que “a escolha pelas taxas de homicídio ocorreu devido à maior precisão estatística, pois informações sobre outros crimes, em geral, são subnotificadas devido a ausência de registro de boletins de ocorrência pelas vítimas.”
Sobre o efeito da criminalidade no desempenho escolar, o economista se concentrou nas disciplinas de Matemática e Português ministradas a alunos dos 5º, 7º e 9º anos do ensino fundamental, e do 3º ano do ensino médio. Esses dados foram obtidos junto ao Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (SARESP).
Entre os fatores utilizados para o cálculo, havia informações fornecidas pelo próprio aluno sobre renda, sexo, cor, emprego. Já pela escola, além do desempenho escolar nas disciplinas de Matemática e Língua Portuguesa que classifica as notas em abaixo do básico, básico e avançado, havia dados relativos à porcentagem de professores efetivos, participação da comunidade, violência, equipamentos e conservação da infraestrutura.
Teixeira relata que “para estabelecer a renda do aluno foi necessário criar uma variável que agregasse as respostas do questionário sócioeconômico que trazia informações como a quantidade de geladeiras, micro-ondas, televisões, entre outros bens que pudessem existir na casa do estudante.”
Após a inserção das estatísticas no modelo econométrico, foi possível constatar que a criminalidade na escola realmente influencia o desempenho escolar. Segundo a pesquisa, para alunos do 3º ano do ensino médio, a probabilidade de o desempenho na disciplina Matemática ser considerado satisfatório diminuiu em 0,54% em relação a desempenhos anteriores e melhores, quando não há violência na escola. A maior sensibilidade, entretanto, acontece entre os alunos do 9º ano, cujo rendimento decai em 0,89%. Ambos os dados, inferem que a violência diminuiu a probabilidade de o aluno ir bem nas provas.
A tese Dois ensaios acerca da relação entre criminalidade e educação foi defendida, em 2011, foi orientada pela professora Ana Lucia Kassouf.

PRODUÇÃO DE TEXTOS DISSERTATIVOS- PARTE 1 - ESCOLA DA FAMÍLIA

DATA: 17/06/2011
PCOPs Responsáveis: Prof. Francisco das Chagas Jacinto Alves
                                   Prof. Carlos Watarai

                                                                            PARTE 1

quinta-feira, 16 de junho de 2011

"O mundo do cordel para todo mundo"

Professor Pedro Monteiro
Poeta e Cordelista
Caravana do Cordel
A DE- Centro agradece a sua presença.

http://meuscontoseversos.blog.terra.com.br/
http://fotolog.terra.com.br/cotoseversos

Professor que atingir meta terá bônus

Governo paulista modifica plano de carreira e política salarial; hoje, apenas 20% dos docentes que chegam à meta recebem bonificação
Fonte: Mariana Mandelli - O Estado de S.Paulo
A Secretaria de Educação de São Paulo vai dar, a partir do ano que vem, bônus para todos os profissionais do magistério que atingirem a meta na prova de mérito. Hoje, mesmo atingindo a meta, apenas 20% deles são promovidos. Além disso, a pasta não vai mais utilizar apenas a prova para conceder o mérito - outros indicadores, que ainda estão em discussão, devem contar para o docente progredir.
As mudanças, elaboradas em conjunto com a Secretaria de Gestão Pública, constam na nova lei do plano de carreira e política salarial, assinada ontem à noite pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), que segue hoje para a Assembleia Legislativa.
Com os novos critérios, um professor no estágio mais alto da carreira, com jornada de 40 horas semanais, conseguirá acréscimo de 183,05% no salário, afirma a secretaria. Atualmente, o docente consegue até 143, 12% - isso se estiver entre os 20% que recebem o bônus.
Hoje, um professor pode avançar em dois eixos: vertical e horizontal. O eixo vertical é a promoção por mérito, que ocorre apenas por meio da prova e tem cinco níveis. A cada avanço, o docente recebe 25% de aumento sobre o salário-base. Agora serão oito níveis de carreira - ou seja, ele fará mais avaliações - e o aumento será de 10,5% em cima do salário anterior. Ou seja, ele vai acumular os acréscimos. O máximo a ser atingido será de 101,16%.
Além disso, a secretaria não vai considerar somente a prova - que agora poderá ser feita a cada três anos - para dar essa evolução na carreira.
O Estado apurou que a pasta discute considerar, além do exame, o desempenho da turma; fazer simulações de situações do cotidiano escolar para verificar como o professor lidaria; avaliar o docente em sala de aula; e criar um sistema em que pais e docentes avaliem o trabalho da escola.
A pasta quer discutir os outros indicadores a partir de encontros com especialistas e com as diretorias regionais, com a criação de uma comissão paritária.
Hoje, o eixo horizontal - ou seja, a progressão na carreira - também ocorre em cinco níveis. Um docente que tem doutorado, por exemplo, pula direto para o último nível. Agora também haverá oito níveis, incentivando o professor a estudar mais. A pasta quer valorizar a formação acadêmica e estimular a realização de pós-graduação e a formação continuada. Cada "pulo" de faixa significará um aumento de 5%. O máximo que poderá ser atingido nesse eixo será de 40, 71%.
"As propostas apresentadas objetivam tornar viável e reconhecer a importância da evolução acadêmica e do envolvimento e dedicação dos servidores com as atividades fins da escola", disse ao Estado o secretário da Educação, Herman Voorwald.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Estudo: professores se dizem inseguros para usar tecnologias

Fonte: Cartola - Agência de Conteúdo - Especial para o Terra

Embora considerem importante, professores ainda se sentem inseguros para usar tecnologia na escolaFoto: Getty Images
Apesar de boa parte das escolas possuírem laboratório de informática, nem todos os professores se sentem aptos a utilizá-lo. É o que comprova a pesquisa da pedagoga Cacilda Alvarenga e da psicóloga Roberta Azzi, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O estudo aponta que 85% dos educadores de ensino médio de escolas públicas estaduais de Campinas (SP) não se sentem confiantes para utilizar tecnologias no ensino.
Desenvolvida em 27 escolas do município entre 2009 e 2010, com 253 educadores de 20 a 69 anos, a tese de doutorado de Cacilda trabalha com a ideia de autoeficácia, formulada pelo professor da Universidade de Stanford, Albert Bandura, sobre a Teoria Social Cognitiva. "O conceito trata da crença do professor na sua capacidade para planejar e executar ações para atingir determinados resultados. Acreditar na sua autoeficácia influi na motivação dos educadores para realizar certas tarefas, como utilizar Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC)", explica a tese.
Entre os resultados da pesquisa, Cacilda conclui que professores com menos tempo de formação e de experiência em sala de aula têm uma crença maior de sua autoeficácia no uso de novas tecnologias. A pedagoga também notou que os homens são mais confiantes que as mulheres, e que os professores de disciplinas exatas, como matemática e física, acreditam mais na sua autoeficácia que os de humanas e biológicas. "Isso porque, provavelmente, durante a sua formação, costumam usar mais a computação, como softwares", opina.
Outra questão levantada no estudo é que profissionais com menos idade são mais autoconfiantes quando se trata de TIC, porém não foi um dado tão relevante quanto Cacilda imaginava encontrar. "Às vezes, um professor mais velho tem mais familiaridade com a tecnologia. A partir da minha tese, não dá para generalizar", pondera.
Como justificativa para a insegurança dos entrevistados, fatores como tempo limitado e falta de qualificação aparecem fortemente. "Muitos trabalham nos três turnos, em duas escolas diferentes. Então explicam que não têm tempo para se apropriar dessas tecnologias", afirma Cacilda. Outros também se sentem pouco motivados devido à falta de apoio técnico e pedagógico. "Se ocorre um problema técnico no computador durante a aula, ele não sabe como proceder", diz.
Ainda assim, 76% acredita que as tecnologias favorecem o processo de ensino e aprendizagem. A pesquisadora esclarece que, só porque um educador tem uma autoeficácia baixa hoje, isso não significa que ela não pode ser modificada dali um mês. "Se o professor tiver mais acesso a esses recursos, com cursos de atualização, a crença na autoeficácia pode ser modificada", explica. A partir da visualização de atividades pedagógicas com esses recursos, o professor pode se inspirar para usar idéias parecidas em sala de aula.
A tese também apresentou que professores com computador em casa há mais de três anos demonstraram ser mais autoconfiantes que os outros em relação à TIC, provavelmente porque a experiência direta do uso do computador favorece a exploração dos seus recursos.

Estudantes sul-coreanos protestam contra alto 'preço do sucesso'

Fonte: Agência EFE S/A.

Estudantes sul-coreanos estão em pé de guerra para pedir redução do valor das matrículas de universidades, transformadas em clubes exclusivos que estabelecem o futuro social e trabalhista em um país obsessivo com a educação. Segundo dados da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), a educação sul-coreana é a mais cara atrás apenas dos EUA, e as famílias têm que pagar pela maior parte das mensalidades, quase não coberta pelo Estado.
O valor médio da matrícula em uma universidade, seja pública ou particular, ronda os 8 milhões de wons anuais (US$ 7,37 mil), embora em alguns cursos, como Medicina, pode superar os 10 milhões de wons (US$ 9,21 mil). Como ainda não foi cumprida a promessa eleitoral que o atual presidente sul-coreano, Lee Myung-Bak, fez em 2007 de reduzir o valor das matrículas para metade no caso das universidades públicas e oferecer ajuda às particulares, os estudantes resolveram protestar.
Só neste fim de semana 5 mil manifestantes, acompanhados dos pais, se reuniram para reivindicar que Lee assuma seu compromisso. Em seus slogans, alguns dos quais não disfarçam sua inspiração nos protestos das praças espanholas após o 15-M, associações de estudantes com nomes como "Todos Juntos" pedem uma "revolução real" e que as pessoas "fiquem indignadas".
A redução do valor da custosa educação sul-coreana é um problema complicado, já que o pagamento de matrícula das grandes universidades públicas corresponde à metade de seu financiamento, por isso um corte encolheria significativamente o seu orçamento.
Isso também mudaria a forma como administrariam as 350 universidades que são tachadas de pouco transparentes e de funcionar quase como empresas, mas por outro lado, melhoraria de forma expressiva a condição financeira de centenas de milhares de famílias.
Atualmente os sul-coreanos com menos recursos lamentam que seus filhos encontrem portas fechadas nas três grandes universidades do país, que são também as mais caras, mas são consideradas uma garantia de sucesso e uma marca de distinção social.
Trata-se da Universidade Nacional de Seul, a da Coreia e a de Yonsei, conhecidas com o acrónimo de "SKY" ("céu"): Desde criança, muitos estudantes são duramente pressionados para entrar em uma dessas faculdades, já que além do desembolso econômico essas instituições exigem um desempenho acadêmico de excelência.
Famílias endividadas e estudantes com menos de 20 anos já aparecem em listas de caloteiros, resultado deste sistema que, além disso, esconde anos de árduo esforço acadêmico.
Frequentemente em escolas públicas, os mais novos recebem lições durante duas horas após as aulas e depois têm que estudar com outros tutores disciplinas como matemática, ciências e música. "Normalmente estão muito cansados por causa dessa rotina diária, que às vezes supera 12 horas de estudo, mas não se queixam porque não conhecem outro tipo de vida", disse à Agência Efe Jessie Wetherby, professora de inglês para crianças de entre 8 e 13 anos em um curso particular.
No ensino médio, o sistema é ainda mais exigente diante da proximidade do vital exame de acesso à universidade, o que fez com que proliferassem cursos tipo internato onde o telefone celular é proibido, e é imposta uma rígida disciplina de estudo, que em alguns casos leva o aluno ao limite de suas forças.
Apesar da Coréia do Sul liderar junto à Finlândia o relatório PISA da OCDE sobre rendimento escolar, muitos aproveitaram os protestos destes dias para criticar as desigualdades do sistema nacional e pedir um mais transparente e menos voltado para o lucro empresarial dentro da universidade